Masculinidade nociva: reconhecer padrões também é parte do enfrentamento às desigualdades

O Grupo de Trabalho (GT) de Gênero do CRESS/MS lança material educativo sobre masculinidade nociva, propondo reflexões sobre padrões sociais que associam o “ser homem” ao controle, à dominação, à força e à negação das emoções.

Esses padrões não são naturais: são construídos socialmente e atravessam relações familiares, instituições, políticas públicas e também o cotidiano do trabalho profissional. Por isso, reconhecê-los e problematizá-los é fundamental para enfrentar desigualdades e diferentes formas de violência.

Voltado especialmente à reflexão no âmbito do Serviço Social, o folder chama atenção para práticas que muitas vezes são naturalizadas — como controle e posse, desqualificação, divisão desigual do cuidado, silêncio emocional e cumplicidade diante de comportamentos sexistas e violentos — e aponta possibilidades para uma atuação profissional crítica.

Questionar padrões é abrir possibilidades. Outras masculinidades são possíveis, construídas com afeto, cuidado, diálogo, consentimento, corresponsabilidade e respeito.

Clique e confira o material completo.

GT de Gênero | CRESS/MS – 21ª Região

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